2009/06/14
|2007/09/08
|2006/12/23
|2006/03/14
Natural Spring Water
Novo ano... estamos próximos da visita numero 2000 a este blog, logo...
novo CD Summer 2006 Winter Collection Super Megatron.
Sim, ouviram bem! O movimento em movimento para vos dar a música mais potente da época! Tudo que têm que fazer é serem o 2000 visitatnte neste Blog. Se conseguires podes ter a certeza que com este som vais ser o mais Cool deste verão!!!!!
Warnig: Spam is not allowed
2006/03/09
Sverige och London / Vinter 2006 - part III -

Picadilly Circus
Domingo/8:00am – Chegamos a Stansted. Recolhemos as nossas malas e decidimos repousar nos bancos que estão a 10 metros de nós, enquanto o resto dos passageiros recolhe as suas bagagens. Há qualquer coisa de muito relaxante nos aeroportos. Existem montes de pessoas, avisos sonoros, etc, mas no entanto o ambiente é calmo e arrastado. As pessoas pensam mais do que falam, ouve-se o deslizar dos carrinhos das bagagens todos quase ao mesmo ritmo e os avisos sonoros, a ecoar naquela enorme estrutura branca, que mais parecem falas dos nossos sonhos.
O nosso descanso prolongou-se por 3 horas. Enquanto dormíamos, várias recepções de bagagens foram feitas, mas nós não queríamos saber disso. Só precisávamos de descansar.
Quando acordamos tomamos consciência que nos resta pouco tempo. São agora 11:00am; o autocarro demora 1 hora a chegar a Victoria Station; e temos de voltar para o aeroporto às 3:00pm.
Apressamo-nos e em pouco mais de 2 horas faço o tour mais rápido da minha vida. Vemos o render da guarda ao meio-dia, Picaddilly Circus, o Soho e ainda um parque que não me lembro o nome... mas fica aqui a foto (em movimento K)

the park
Comemos a andar (um novo burger mais integral dthe park Comemos a andar (um novo burger mais integral do McDonal's), bebemos café naqueles copos Take-Away, tiramos fotos em movimento e quase não falamos um com o outro.
6:00pm – o avião está atrasado
7:00pm – Embarcamos e regressamos a Portugal satisfeitos.
2006/03/08
Sverige och London / Vinter 2006 - PART II -
same view that is in the other post 3 days olderE ai vamos nós rumo a Stockholm City. Uma viagem de 3 horas, que podia durar o dia inteiro. Alternando a atenção na paisagem branca, nas pessoas tão sem necessidade de ser de outra maneira e nos apontamentos de psicofisiologia. Sem dar por ela chegamos. Os 15 euros não pagaram só a viagem. Pagaram a experiência de viajar assim. Podia passar o dia de um lado para o outro a beber café sueco de vez em quando.
Sexta-feira /17:00h - Vamos com pressa para o hostel onde repousamos Vs entramos em euforia antecipada de sexta-feira á noite.
Após alta produção, ai estamos nós a dominar o lobby daquilo que afinal não era bem um hostel, mas mais um dormitório. A sala era o lobby; onde se comia era no lobby... ou seja, o único sitio em que nos podíamos sentar, sem ser nas nossas camas, era no lobby. Abrimos a garrafa de Porto e a de Dão e relaxamos. As pessoas passam e pouco falam... excepto uma delas. Behrouz! Essa personagem que não se rende á globalização. Já um pouco tocado pela bebida e com uma história meia dramática senta-se connosco e lá decide provar do nosso vinho. Conta a sua história, comove-se, comove-nos e bebemos. Falamos em sueco, em inglês, espanhol e por gestos. Mais tarde junta-se a nós um Espanhol que ia a caminho da Finlândia. Tem mesmo muita piada este esforço inter cultural. O nosso amigo Iraniano, acha que "Maria" significa "namorada" em espanhol e pergunta-nos: "como se chama tu Maria?". Passa um homem espanhol e repete a pergunta e faz-se passar por gerente do hotel. Diz-lhe que ele não precisa de pagar estadia. Ou seja, uma verdadeira personagem. Vamos para a noite. Behrouz mete-se com a primeira mulher que vê na rua. Não sei o que é que ele têm, mas cativa a atenção da mulher. Seguimos o trajecto juntos e no fim Behrouz tenta leva-la para o bar onde íamos. Ela meigamente recusa. A rua está eufórica e todos tentam expandir a sua alegria. No meio da estrada coberta por neve, rapazes mandam-se para cima de páginas amarelas e deslizam pela rua a baixo. Ouvem-se gritos e apetece-me gritar.
23:00h - estamos nas normais filas de entrada para os bares. Após alguns minutos de espera, somos os próximos. Podíamos ter entrado sem problemas se Behrouz não os tivesse criado. A paz não lhe parecia uma boa ideia e decide vingar a sua ira contra o estado Sueco no polícia que era porteiro. Não entrámos.
Digo a Behrouz que no próximo bar eu vou á frente.
Entramos no bar e Behrouz dirige-se para o poker. Ganhou! Pagou-nos bebidas. Ainda voltou lá de novo, mas desta vez não lhe correu bem.
Vamos para a pista. Mas o som não estava grande coisa. Saimos sem o Behrouz. Não sabíamos dele.
Achamos um bar em Gamla Stan (a parte histórica da cidade) amplo, num ambiente desprendido e a passar Jazz. “Fixe! Bora…” Lá dentro descobrimos que na cave havia outro club. “Sigamos!”; “Bora lá... mais outro carimbo…” No club ouvimos pulp, blur e por ai fora. Foi agradável.
03:30h de novo na rua a inquirir as pessoas que passavam se nos ajudavam a encontrar o nosso destino final. Falavam-nos apenas num club dentro de um barco. Eu já tinha ouvido falar nesse club antes... decidimos procura-lo. Fomos barrados. O porteiro achou que eu já tinha bebido. Alias… ele perguntou-me e eu disse que sim, mas numa pose bem sóbria. No entanto como bebi antes daquela hora, isso representava uma ameaça para o porteiro e fui para o hostel. O meu companheiro de viagem não se deu por vencido, voltou ao local e entrou.
Sábado e também o último dia na Suécia, foi passado na rua. Não tínhamos hostel para este dia, pois o flybus partia para o aeroporto às 03:00am. Nevava e fazia muito frio. Já desgastados pela corrida de querer aproveitar as ultimas horas e os últimos minutos dessas horas, reconfortamo-nos finalmente no momento em que quase tudo fechou as portas à mesa de um restaurante vietnamita a comer noodles.
O que é que íamos fazer a seguir? Estávamos cansados e não havia quase nada aberto a não ser restaurantes. “Ok, temos o código da pousada e estar naquele Lobby ontem foi bastante agradável.”
19:00h – Lobby do Abbes Hostel com mais duas garrafas de Dão. Dormiamos e acordávamos sempre que alguém passava. Fingíamos que estávamos só a meditar ou qualquer coisa assim. Até que Behrouz aparece! “Var du gar i gor?” (aka: onde é que foram ontem?) Foi bom reve-lo e poder fazer uma despedida decente de alguém que se torna nosso amigo. Abancamos descontraidamente. Trocamos e-mail, moradas e números de telefone.
22:00h – temos que ir embora para a última parte do plano. Ou seja, fazer tempo em clubes e discos até ás 03:00h. Behrouz vai connosco até ao metro e despede-se de nós com um caloroso abraço.
Na Central Station pomos as malas em cacifos e vamos sair. O molho Thai que usei na comida vietnamita começa a produzir efeitos secundários e começo a sentir-me demasiado agoniado. O meu organismo cansado o suficiente para não lhe apetecer contornar a situação. Vou até um club e tomo consciência que não estou mesmo em condições. Separo-me do meu companheiro de viagem. Marcamos um encontro na Central Station e vou para a rua. Faltavam 2h para a hora marcada e não fazia ideia do que ia fazer nas ruas cheias de neve e frio. Ando. Paro de vez em quando nas estações de metro para me aquecer. Vejo como é que diferentes estilos de pessoas saltam a porta de acesso ao metro para não pagarem bilhete. Alguns casais saltam mesmo descontraídos como se fosse prática comum a todos. Volto á rua e bebo um chocolate quente e dois buns no 7/11 e ai me fico até á hora marcada.
03:00h – Ai estou eu sentado com as minhas malas e do my friend, mas ele não aparece. Peço ao motorista para esperar. Telefono-lhe e o desespero começa a aumentar. Ele está perdido. Este homem nunca se perde! Tem que haver uma razão. Em cima da hora da saída do autocarro, ele aparece depois de uma comunicação intensa (à Hollywood) por telemóvel. Mal consegue respirar por correr no frio.
06:00h seguimos de volta para Stansted. Da viagem de avião… não me lembro de nada. Lembro-me que 5 segundos antes do avião aterrar, eu estava a dormir com a cabeça na janela e abri os olhos...
2006/02/24
Sverige och London / Vinter 2006 - PART I -

somewhere 100km south of Stockholm. Shot in the train.
Quarta de noite chegamos a Stansted. O avião partia para Estocolmo às 8 e tal da manhã. Assim que chegámos decidimos reservar duas das poucas cadeiras livres que restavam no aeroporto. Estávamos então no sítio para fumadores. O cinzeiro mesmo ao meu lado. Durante toda a noite montes de pessoas passaram breves minutos na cadeira ao pé de mim. Durante esses minutos eu levantava a cabeça do meu estado de esforço para repousar (contraditório, não?) e hipnotizado, pairava o meu olhar zombie, mas já acostumado pela movimentação emocionante e costume de um aeroporto. Todas as pessoas parecem/têm que estar decididas. Questionava-me se ficava naquele assento ou ia para o chão juntar-me a uns tantos.
6:30am, Levantamo-nos, fazemos o check-in e rumo a Stockholm City. Pomos as malas no cacifo da estação e tiramos umas fotos, como esta, aqui no blog.
Stockholm6:30pm vamos de comboio para 300 km a norte da capital, para uma cidade chamada Hudiksvall. Jantamos na pousada. Devemos ser os únicos lá. Bebemos vinho e contemplamos a paz, sonhamos, falamos sobre sonhos e sobre os sonhos, enquanto lá fora o lençol branco se estende e nos faz sentir aquecidos. Damos uma volta até aguentarmos pelo frio a dentro e regressamos para uma noite que foi restauradora.
Sexta-feira: Acordamos cedo. Eu vou cortar o cabelo a um sítio onde tinha estado. Entrei, mas o estabelecimento já não pertencia à mesma pessoa. Com um pé no frio e outro no calor, decidi entrar e arriscar. Ok, ele não fala inglês. Mas espera… o outro que lá está fala um pouco. Explico-me e os dois discutem em árabe. Só tento dizer que não quero como o corte deles, com traços muito vincados. Em contradição ao que eu queria insistiu em acertar-me as patilhas, por traz da orelha, etc., pois se não as pessoas lá fora podiam pensar que era ele que cortava mal. Ou seja, isso ofendia a sua honra. O final foi ainda mais giro. Pedi para me porem pouco gel, e ele põe quase metade do frasco (não sei se era para agradar ou não) nas mãos e de repente a minha cabeça parecia uma bola que ele agitava de um lado para o outro e isso parecia um acto de confirmação de poder ou qualquer coisa parecida. Sai do sítio meio atordoado e encontrei-me com o meu companheiro e amigo de aventuras no mitico "Skutan" (aka: navio), que surpreendentemente (para mim), depois de eu lhe explicar o que se passou, quis ir lá cortar o cabelo. Enquanto isso, passeei e matei saudades. “Matar as saudades” é cá uma expressão!
HudiksvallÁs 3:30pm, rumámos de comboio para Stockholm…. (to be continued)
2005/11/21
I am back... as my compure is.
É isso. Passados exactamente 4 meses o Corte Inglês deu por concluída a intensiva jornada que foi arranjar o meu computador. Podia estar mais satisfeito, pois o meu desejo agora é comprar um novo. Dai que o ponho à venda. Trata-se de um portátil Acer Athlon AMD 1700+, ainda com 6 meses de seguro. O que significa que se o mandarem pela janela a baixo recebem um vale de crédito do mesmo valor que ele custou.
Está à venda por 500 euros (negociaveis)!
2005/09/13
|2005/08/23
Casos de insucesso Vs Casos de sucesso
Um caso de insucesso é por exemplo, quando ao fechar a porta de sua casa para ir de féria, repara que um pombo, sem querer, tinha em mira a sua sapatilha do pé direito para largar o seu almoço. E... concretiza! Outro exemplo é quando em férias, se apanha uma gripe tão forte que lhe faz companhia durante grande parte do verão. Estes são exemplos típicos de casos de insucesso.
Quanto a casos de sucesso... não me ocorre... de momento.
Com o computador avariado (embora saiba que o El Corte Ingles está a fazer tudo por tudo para me resolver este problema o mais rápido possivel) restam-me os cyber cafés que me deixam quase piurso com os preços (embora compreenda que a internet seja uma coisa que não é para todos) praticados por estes estabelecimentos. Para quem não sabe, piurso quer dizer “pior que urso”. É algo que não quero chegar a sentir.



